sexta-feira, 29 de abril de 2011

Manipulação das palavras...

O uso das palavras em função de um objetivo específico pode soar como manipulação, exceto pela ética.
Assista, julge...

...se sabe conduzir bem as palavras, seja ético e faça o bem sem olhar a quem.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Espelho espelho meu...


Como você se vê?


Aos 3 anos: a mulher se olha no espelho e vê uma Rainha!

Aos 8 anos: a mulher se olha e se vê como uma Cinderela...

Aos 13 anos: a mulher se vê no espelho como uma Bela Adormecida, líder de torcida. Se já estiver ficando mocinha, começa a se ver um pouco gorda e a cara cheia de espinhas.

Aos 18 anos: a mulher se vê muito gorda ou muito magra, muito baixa ou muito alta, com cabelos muito encaracolados ou muito lisos. Mesmo assim, decide o que já está decidido, e do jeito que está, resolve que vai sair...



Aos 23 anos: a mulher se olha no espelho e vê que está muito gorda ou muito magra, muito baixa ou muito alta, com cabelos muito encaracolados ou muito lisos. Mas decide que não tem tempo de consertar, então, mais uma vez, ela vai sair do jeito que está!

Aos 35 anos: a mulher continua se vendo muito gorda ou muito magra, muito baixa ou muito alta, com cabelos muito encaracolados ou muito lisos. Mas diz: Poderia ser pior, e sai.

Aos 40 anos: a mulher se olha e diz: Esta sou eu! e vai para onde bem entende.

Aos 45 anos: a mulher se olha no espelho e se lembra de todas as pessoas que nem mesmo podem mais se ver no espelho. Então, ela sai e conquista o mundo.

Aos 50 anos: a mulher se olha no espelho e vê aquilo tudo que ela tem...   muita sabedoria!! alegria e habilidade. Sai mais do que depressa (sem se olhar muito)  e aproveita a vida.

Aos 60 anos: a mulher nem se preocupa em olhar no espelho. Simplesmente coloca um chapéu roxo e sai para se divertir com o mundo.

Versão adaptada, você encontra a original no site do humortigado -  link:
http://www.humortigado.com/2010/08/como-as-mulheres-se-ve-no-espelho.html 


    
    A verdade é que as mulheres de fato têm tendência a transferir para o espelho as impressões negativas a seu respeito. Algumas se acham mais gordas, outras mais magras, mas a exigência em tornar-se cada vez mais magra (talvez pelas definições do padrão social de beleza) faça com que a mulher, mesmo que não seja tão exigente em nível prático tenha essa percepção (falsa ou não) diante do espelho.  

    Segundo uma pesquisa de uma empresa especializada em emagrecimento: Slimming Word, publicada pela revista "Psique" do mês de abril, 94% das mulheres se vêem gordas no espelho. Apenas 1 em cada 17 mulheres com o peso saudável se considera magra, ainda que tenham o peso ideal para a altura as formas e o aspecto visual é o que conta no final da história.

Leia mais aqui no blog mesmo:
  Mulheres avaliam seu corpo pela opinião dos outros

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Trauma de relações passadas?

 Por que sofremos quando uma relação se rompe de maneira inesperada?


    De um modo geral, a rejeição é a principal explicação para o medo de ingressar em uma nova relação, mas não é apenas ela a responsável...  A sensação de perda também nos faz ficar em dúvida de nossos sentimentos, a “perda” traz à tona (em primeiro momento) a raiva  de maneira inata, que quando alimentada por nossa mente, permanece por muito tempo e sempre que lembramos ou vemos aquela pessoa é muito mais fácil sentir raiva do que qualquer outro sentimento. Observe que muitas vezes a relação se rompe quando está desgastada, quando nós mesmos estávamos a um passo de colocar um ponto final em tudo, mas por algum motivo não somos nós que  colocado o tal “ponto final” e a partir daquele momento muda tudo em nossa mente. As pessoas em nossa volta percebem isso, as mais próximas principalmente, a prova disso é que, quando diante da notícia do término, a primeira pergunta que nos fazem é: Quem terminou o namoro?  Ou seja, quem colocou o “ponto final”? pois julga-se a submissão implícita do sentimento à quem sofre a rejeição.


    Embora nessa situação, este seja um “padrão” geral de comportamento, os homens parecem sofrer mais com os traumas das relações interrompidas inesperadamente. As explicações são diversas, mas o motivo que os conduzem ao sofrimento é (aparentemente) o mesmo que conduz as mulheres: A dor! Então ficam as perguntas: Por que os homens parecem sofrer mais? Porque o trauma do “fim da relação” dura mais tempo nos homens do que nas mulheres?  A explicação pode estar numa das matérias já postadas aqui no blog..,  Pensem comigo, as mulheres naturalmente suportam a dor (de maneira geral) mais que os homens. Recordem de um namorado, marido, irmão ou até mesmo seu pai que, ao se deparar com uma situação de dor (ou doença) demonstram muito mais os sintomas do sofrimento do que as mulheres.  Partindo do princípio que a dor física e a dor da rejeição são processadas em nosso cérebro da mesma maneira, estaria aqui um dos principais motivos nos leva (falando só dos homens) a ter uma dificuldade maior em superar um rompimento inesperado. Claro que tudo isso é relativo, afinal as pessoas são diferentes e podem encarar cada situação de maneira diferente, mas levando em consideração que homem normalmente é um ser dissimulado (vão me matar depois disso, mas só estou sendo sincero) os sentimentos masculinos muitas vezes não são demonstrados, pois é da cultura masculina nos induz a escondê-los, e estou certo de que poucos homens admitam isso, pois observo bem meus amigos e a mim mesmo. =)

   

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Eu te amo não é bom dia!

Achei fantástica  a definição do amor como um sentimento que está diretamente relacionado à subjetividade de cada ser humano, isso faz do ato de amar um sentimento pessoal e único. Até mesmo as rotulações convencionais do amor como: "amor paterno", "amor fraterno" são muito intimas de cada um, já que as relações nunca são as mesmas com a pessoa amada e sofre diversas influências externas, principalmente familiares. Um bom exemplo disso: Existem pessoas que idolatram seus pais, irmão, namorada ou marido, quando se referem ao amor que sentem por eles, outras não.
  
Quero deixar claro que concordo com o ponto de vista dele, principalmente quando se refere ao amor, mas discordo de alguns pensamentos e do sentimento que ele expressa ao expor suas idéias. Soa como se quisesse "forçar a barra" em sua comunicação não verbal e tentasse influenciar quem o assiste à indignação, entretanto, o vídeo como um todo é muito interessante para observarmos "o amor" partir de um outro ângulo de visão, e tentarmos compreendê-lo com olhos diferentes. Desconsiderando a banalidade (foco em questão no vídeo) e sem  querer polemizar, mas já polemizando... O amor é resultado da subjetividade (afirma o autor do vídeo) e sendo assim, ele se contradiz neste aspécto, pois neste ponto de vista, poderia sim o amor estar no lugar de um belíssimo "bom dia"...  rsrs  vale a pena conferir!

=) 

domingo, 17 de abril de 2011

As mulheres são mais intensas?


Pessoal, este é mais um tema que nos leva à reflexão sobre a nossa conduta, e até que ponto as influências que herdamos da nossa cultura, pode nos tornar mais, ou menos satisfeitos em nossa maneira de viver e encarar as situações que vivemos.

Segundo uma pesquisa realizada na Universidade de Granada, na Espanha, as mulheres experimentam emoções mais intensas do que os homens quando o casal se depara com um conflito. O propósito foi analisar o tipo de emoção interpessoal que homens e mulheres sentem quando enfrentam diferentes conflitos no seio do casal, e o efeito que as emoções têm sobre a recorrência dos conflitos.

Os voluntários foram colocados em cinco diferentes situações de conflito, e os resultados mostraram que homens e mulheres têm diferentes emoções diante das mesmas situações conflituosas.

Os pesquisadores classificam estas emoções em dois tipos: Poderosas e não poderosas, onde a primeira estaria relacionada à raiva, ira ou desprezo (emoções predominantes nos homens) e culpa, tristeza ou medo classificadas como menos poderosas, relacionadas a emoções de submissão (emoções expressadas pelas mulheres). Os resultados mostraram que as mulheres sentem as emoções mais intensamente, tanto as "poderosas" quando as "não-poderosas" - embora o que elas expressem não reflita o que elas sentem.

A pesquisa refere-se ao contexto sócio-cultural como uma das principais causas que influencia os papéis de gênero atribuídos a homens e mulheres, e assim, da mesma forma que a sociedade estabelece algumas regras sobre as relações homem-mulher, a sociedade também estabelece algumas regras sobre como ambos devem agir em determinadas situações conflituosas.

Isso é o que podemos chamar de "receita de bolo" pré-estabelecida sobre um dos diversos "padrões" de comportamento que temos diante de situações comuns como desentendimentos de casais. E diante do tema apresentado quero deixar duas perguntas para reflexão: Será que, diante de uma determinada situação, estou sendo de alguma maneira induzido a agir de tal forma? ...e a maneira como estou agindo é de fato a melhor saída para resolver o problema?


quarta-feira, 13 de abril de 2011

Feliz dia do beijo!


  Pois é pessoal, hoje é o dia do beijo! (pasmem) rsrs e como eu não poderia deixar passar a oportunidade, resolvi escrever um pouco sobre este tal dia que poucos conhecem (inclusive eu, que fiquei sabendo hoje!).

No dia 13 de abril é comemorado o Dia do Beijo.

É difícil saber, ao certo, o que motivou a criação da data comemorativa, mas diz a história - verdadeira ou não - que o italiano Enrique Porchelo beijava todas as mulheres que encontrava na vila em que vivia, casadas ou não (que inveja, hein?!). Em 13 de abril de 1882, o padre local teria oferecido um prêmio em moedas de ouro às mulheres que não haviam sido beijadas pelo "Don Juan". Conta a lenda que nenhuma apareceu e que o tesouro está escondido em algum lugar da Itália até hoje.

  Esta historinha foi apenas para ilustrar, mas traz uma série de dúvidas que temos em relação ao "ato de beijar" e o que o beijo significa dentro de determinados contextos distintos. As pessoas tendem a rotular os significados do beijo de acordo com o local beijado (área do corpo), eu vou além, eu acho que o que define o significado de um beijo, não somente é o local tocado pelos lábios, mas a maneira como o beijo "se comporta", a intensidade do toque, o tempo que ele dura e os sinais que o acompanha (linguagem corporal). Estes fatores reunidos fazem toda a diferença na hora de beijar ou de ser beijado.

   O beijo na boca é tido como uma poderosa arma na sedução, pois é o ápice da aceitação na paquera e o principal "instrumento" de excitação na sedução. É o principal comportamento que conduz ao sexo, lógico que isso não é uma regra, estou certo de que existam pessoas que façam sexo sem se beijarem, ou que apenas se beijem e não façam sexo, mas nesta primeira opção, talvez percam com isso uma boa oportunidade de aproveitar o compartilhamento da emoção (ou magia) que este momento traz.

   E para quem gosta de beijar aqui vai algo que lhe motivará mais e mais a continuar beijando:

- Vinte e nove músculos são ativados em um beijo apaixonados;

- O corpo se aquece, queimando até 15 calorias e a pressão arterial sobe;

- Uma pessoa troca, em média, 24 mil beijos (de todos os tipos, dos maternais aos apaixonados e, até
mesmo, os roubados) ao longo da vida;

- Beijar acalma! O nível de serotonina no cérebro aumenta quando estamos beijando;

- Pesquisadores americanos afirmam que a saliva trocada em um beijo apaixonado facilita a digestão e tem efeitos benéficos sobre as defesas do organismo

Um beijão para todos e feliz dia do beijo!


Fonte: http://msn.bolsademulher.com/amor/dia-do-beijo-105128.html

terça-feira, 12 de abril de 2011

Seria então a consciência um fenômeno físico?

Seria então a consciência um fenômeno físico?
Seria "LIDA" a quebra de um paradigma?

Estas questões têm orbitado a mente de muita gente depois que a  New Scientist  publicou em 04/04/2011 o resultado do projeto  "LIDA" (Learning Intelligent Distibution Agent ou Agende de Distribuição Inteligente de Aprendizado)  uma mente artificial para robôs composta por hardwares e softwares.
 Diferentes da inteligência artificial e com funções específicas e paralelas (baseadas no funcionamento do cérebro humano)  LIDA já apresenta os primeiros sinais de consciência.
Stan Franklin, pesquisador da Universidade de Memphis e pai do projeto, estabelece uma demarcação clara entre essa consciência funcional e a chamada "consciência fenomênica", ou "consciência fenomenológica".
A mente robótica do LIDA não possui subjetividade, ou seja, não possui o "mundo interno" que temos como ser humano, composto por emoções, sentimentos e pensamentos, entretanto, Stan Franklin não descarta que esta possibilidade venha a existir no futuro.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Mulheres avaliam seu corpo pela opinião dos outros e não pelo peso

O que os outros acham

A avaliação que uma mulher faz do seu próprio corpo é apenas indiretamente ligada ao seu índice de massa corporal.
A influência mais poderosa sobre essa auto-avaliação física é exercida pela forma como a mulher acredita que as outras pessoas a veem.
No outro lado da moeda, quanto mais a mulher for capaz de dar atenção ao funcionamento interno do seu corpo - como ele está funcionando e como ela está se sentido -, minimizando a importância da sua aparência para os outros, mais ela irá apreciar seu próprio corpo.

Impactos sobre a saúde

E a forma como a mulher vê seu próprio corpo tem um impacto direto sobre sua saúde.
Quanto mais uma mulher aprecia seu próprio corpo, maiores serão suas chances de se "alimentar intuitivamente" - comer em resposta às sensações físicas, obedecendo à fome e à saciedade, em vez de comer em resposta às emoções ou pela simples presença da comida.
"As mulheres que se concentram mais no funcionamento do seu corpo, e menos em como ele aparece para os outros, têm uma imagem corporal mais positiva e mais saudável, e uma tendência para comer de acordo com a necessidade dos seus corpos," diz Tracy Tylka, pesquisadora da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos.
Tylka e sua colega Casey Augustus-Horvath fizeram um extenso estudo sobre a auto-imagem corporal das mulheres. Os resultados foram publicados no último número da revista científica Journal of Counseling Psychology.

Auto-respeito

Pesquisas anteriores concluíram que as mulheres estão divididas sobre gostar de seus corpos: 50% gostam e 50% não gostam.
O presente estudo se concentrou em descobrir como elas se tornam satisfeitas com seus próprios corpos e como essa metade que consegue isso contorna os problemas que possam interferir com sua visão positiva de seu próprio físico.
Em última análise, dizem as pesquisadoras, tudo se resume a respeito.
Se as mulheres querem cuidar bem de seus corpos - por meio de uma boa nutrição, exames de saúde e exercícios, por exemplo - elas primeiro têm que gostar do seu corpo.
"E ocorre que olhamos se outras pessoas aceitam nossos corpos para determinar se nós mesmas vamos gostar dele," disse Tylka. "Não é o nosso peso, mas se os outros em nossa rede social nos admiram. Isso implica que as pessoas devem ser convencidas a ser menos críticas."

Modelo de aceitação

Uma descoberta interessante no "modelo de aceitação" criado pelas pesquisadoras é que o índice de massa corporal não tem uma influência direta sobre como as mulheres veem a si mesmas.
A influência do índice de massa corporal é mediada pelo efeito "como os outros me veem".
"Assim, se uma mulher tem muito peso, ela pode ter uma boa imagem corporal se ela não dá importância a que os outros estejam tentando mudar o seu perfil ou o seu peso corporal. E vice-versa, se as mulheres têm um índice de massa corporal baixo, elas podem ter uma imagem ruim do próprio corpo se perceberem que pessoas importantes para elas não aceitam sua aparência, mas não por causa de seu peso," diz Tylka.
"Uma implicação clínica é a educação dos parceiros, da família, dos amigos e da mídia para a importância de aceitar os corpos dos outros e parar de criticar as pessoas com relação aos seus corpos e à sua aparência," concluem.

A dor da rejeição e a dor fisica são iguais em nosso cérebro

Rejeição machuca

A dor da rejeição não é apenas uma figura de expressão ou de linguagem, mas algo tão real como a dor física. Experiências intensas de rejeição social ativam as mesmas áreas no cérebro que atuam na resposta a experiências sensoriais dolorosas. "Os resultados dão novo sentido à ideia de que a rejeição social 'machuca'", disse Ethan Kross, da Universidade de Michigan, que coordenou a pesquisa. Os resultados do estudo serão publicados esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.


Dores semelhantes

"A princípio, derramar uma xícara de café quente em você mesmo ou pensar em uma pessoa com quem experimentou recentemente um rompimento inesperado parece que provocam tipos diferentes de dor, mas nosso estudo mostra que são mais semelhantes do que se pensava", disse Kross. Estudos anteriores indicaram que as mesmas regiões no cérebro apoiam os sentimentos emocionalmente estressantes que acompanham a experiência tanto da dor física como da rejeição social. A nova pesquisa destaca que há uma interrelação neural entre esses dois tipos de experiências em áreas do cérebro, uma parte em comum que se torna ativa quando uma pessoa experimenta sensações dolorosas, físicas ou não. Kross e colegas identificaram essas regiões: o córtex somatossensorial e a ínsula dorsal posterior.

Fim do relacionamento

Participaram do estudo 40 voluntários que haviam passado por um fim inesperado de relacionamento amoroso nos últimos seis meses e que disseram se sentir rejeitados por causa do ocorrido. Cada participante completou duas tarefas, uma relacionada à sensação de rejeição e outra com respostas à dor física, enquanto tinham seus cérebros examinados por ressonância magnética funcional. "Verificamos que fortes sensações induzidas de rejeição social ativam as mesmas regiões cerebrais envolvidas com a sensação de dor física, áreas que são raramente ativadas em estudos de neuroimagens de emoções", disse Kross.